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    <title>CÃ©u Profundo</title>
    <link>http://www.ceuprofundo.com.br//</link>
    <description>Site Brasileiro da Astronomia Amadora.</description>
    <lastBuildDate>Tue, 16 Mar 2010 01:28:26</lastBuildDate>
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      <title>CÃ©u Profundo</title>
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      <title>Bem vindos a dÃ©cada de 10 - Parte 1.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=82</link>
      <description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
2010 sem duvida foi um ano que povoou durante muito tempo a imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos escritores de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica. Sir Arthur C. Clarke, autor do famoso livro 2001: Uma odiss&amp;eacute;ia no espa&amp;ccedil;o, imaginava um futuro com computadores conscientes, bases na lua, hospitais em &amp;oacute;rbita da Terra , viagens tripuladas a J&amp;uacute;piter e, claro, seria &amp;ldquo;o ano em que faremos contato.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Apesar n&amp;atilde;o termos chegado a este ponto, esta d&amp;eacute;cada pode vir a ser a mais revolucion&amp;aacute;ria da hist&amp;oacute;ria da astronomia, desde que Galileu Galilei resolveu olhar para cima com sua luneta.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Por isso mesmo, n&amp;oacute;s do C&amp;eacute;u Profundo, preparamos para voc&amp;ecirc;s uma lista, em duas partes, das miss&amp;otilde;es mais importantes que acontecer&amp;atilde;o nesta nova d&amp;eacute;cada. A lista conta com algumas miss&amp;otilde;es iniciadas na d&amp;eacute;cada passada, por&amp;eacute;m seus resultados s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ser obtidos nesta d&amp;eacute;cada.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Ent&amp;atilde;o, sem mais demora, vamos &amp;agrave; lista.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Telesc&amp;oacute;pio Espacial Kepler:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;309&quot; src=&quot;http://www.visionsofthecosmos.co.uk/kepler-browse.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Por s&amp;eacute;culos a humanidade se questionou sobre a possibilidade de haver outros mundos em torno das estrelas que permeiam nosso c&amp;eacute;u. Hoje, temos a resposta definitiva: Sim, existem! Entretanto, esses mundos, at&amp;eacute; onde sabemos, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o nada agrad&amp;aacute;veis de morar, sendo normalmente quente demais, frio demais ou grande demais. Em outras palavras, os gigantes gasosos hiper-quentes (hot-jupiters), os gigantes gasosos gelados e finalmente, as super-terras.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;A quest&amp;atilde;o agora ficou mais objetiva, sabemos que existem outros planetas, mas existem outras Terras? Com essa pergunta em mente, um grupo de pesquisadores lutou por mais de 15 anos para conseguir financiamento para construir um telesc&amp;oacute;pio que respondesse de vez essa quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Depois de dezenas de projetos cancelados e cortes no or&amp;ccedil;amento, finalmente, em mar&amp;ccedil;o de 2009 a Miss&amp;atilde;o Kepler alcan&amp;ccedil;ou o espa&amp;ccedil;o. O telesc&amp;oacute;pio &amp;eacute; o &amp;uacute;nico no mundo totalmente dedicado a busca de exoplanetas tipo terra e ter&amp;aacute; uma dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 3 anos e meio, podendo ser estendida por mais 2, caso venha a obter sucesso e claro, financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O Kepler, que ganhou esse nome em homenagem ao grande astr&amp;ocirc;nomo holand&amp;ecirc;s Johannes Kepler, est&amp;aacute; observando mais de 100.000 estrelas, num campo de vis&amp;atilde;o de aproximadamente 105&amp;ordm;. Ele ir&amp;aacute; determinar a exist&amp;ecirc;ncia desses planetas atrav&amp;eacute;s de uma t&amp;eacute;cnica conhecida como Transito Planet&amp;aacute;rio, ou seja, o telesc&amp;oacute;pio ir&amp;aacute; perceber uma pequena diferen&amp;ccedil;a na contagem de f&amp;oacute;tons da estrela quando o planeta passar na sua frente. Para isso &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que a estrela esteja praticamente perpendicular ao nosso campo de vis&amp;atilde;o. &lt;span style=&quot;mso-spacerun:yes&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Se planetas como o nosso s&amp;atilde;o comuns ou n&amp;atilde;o, s&amp;oacute; saberemos l&amp;aacute; pelo final de 2012, mas independente do resultado vale lembrar que estamos olhando uma min&amp;uacute;scula fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das estrelas em nossa gal&amp;aacute;xia, o que pode garantir-nos uma m&amp;eacute;dia, mas nunca um n&amp;uacute;mero total.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;A Miss&amp;atilde;o Kepler &amp;eacute; o primeiro de um conjunto de miss&amp;otilde;es planejadas pela Nasa para encontrar, analizar e fotografar planetas como o nosso. Sua base de dados vai servir de apoio para as miss&amp;otilde;es vindouras, atualmente conhecidas como Space Interferometry Mission (Miss&amp;atilde;o de interferometria espacial), ou SIM e o Terrestrial Planet Finder (Buscador de planetas terrestres), ou TFP.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Telesc&amp;oacute;pio Planck:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;http://planck.cf.ac.uk/files/InstrumentCloseUp_L.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Lan&amp;ccedil;ado pela Agencia Espacial Europ&amp;eacute;ia em maio do ano passado, Planck &amp;eacute; a primeira miss&amp;atilde;o da Europa preparada para responder algumas das quest&amp;otilde;es mais fundamentais da cosmologia moderna. Como o universo surgiu? Como chegou ao estado atual? O que acontecer&amp;aacute; com ele no futuro? Para isso, o telesc&amp;oacute;pio ir&amp;aacute; mapear com a maior precis&amp;atilde;o j&amp;aacute; alcan&amp;ccedil;ada o 1 &amp;ldquo;eco&amp;rdquo; do Big Bang, mais conhecido como Radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o C&amp;oacute;smica de Fundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Seus resultados devem come&amp;ccedil;ar a chegar ainda este ano, mas sua miss&amp;atilde;o foi estendida h&amp;aacute; pouco tempo para 2011, de forma que o telesc&amp;oacute;pio obtenha resultados mais precisos. Planck &amp;eacute; equipado com um espelho de 1.5 metros de di&amp;acirc;metro e ir&amp;aacute; esquadrinhar completamente o nosso c&amp;eacute;u.&lt;span style=&quot;mso-spacerun:yes&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Seu nome &amp;eacute; uma homenagem ao f&amp;iacute;sico alem&amp;atilde;o Max Planck.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;mso-ansi-language:EN-US&quot;&gt;Curiosity (Mars Science Laboratory):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;mso-ansi-language:EN-US&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;219&quot; src=&quot;http://www.jpl.nasa.gov/images/msl/20090318/pia09202-browse.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Nomeado atrav&amp;eacute;s de um concurso promovido pela NASA para crian&amp;ccedil;as em idade escolar o Curiosity (curiosidade) &amp;eacute; o futuro dos Rovers em marte. Programado para ser lan&amp;ccedil;ado na primavera (hemisf&amp;eacute;rio sul) de 2011, Curiosity tem tudo para revolucionar o nosso conhecimento do planeta vermelho. Sua miss&amp;atilde;o &amp;eacute; parte de um conjunto iniciado pela Nasa em 1996 com a sonda Pathfinder e o rover Sojourner para pesquisar a possibilidade de Marte ter abrigado vida algum dia.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Entretanto nenhuma sonda at&amp;eacute; hoje foi a Marte t&amp;atilde;o bem preparado para responder essa quest&amp;atilde;o quanto a Curiosity. A sonda ir&amp;aacute; recolher e analisar dezenas de amostras do solo para conhecer a fundo o passado clim&amp;aacute;tico do planeta vermelho, verificando sua forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, estrutura e composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;iacute;mica, al&amp;eacute;m de buscar tra&amp;ccedil;os dos blocos que formam a vida como a gente conhece (compostos baseado em carbono).&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Curiosity ir&amp;aacute; contar tamb&amp;eacute;m com uma s&amp;eacute;rie de inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas, a come&amp;ccedil;ar pelo pouso em Marte. A entrada na atmosfera marciana ser&amp;aacute; feita de maneira tradicional, ou seja, com um grande escudo antit&amp;eacute;rmico, mas a semelhan&amp;ccedil;a com as miss&amp;otilde;es passadas termina por a&amp;iacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Depois de descartar o escudo a sonda ir&amp;aacute; liberar um p&amp;aacute;ra-quedas para diminuir ainda mais sua velocidade. Nos segundos finais da descida retrofoguetes ir&amp;atilde;o manter a sonda no ar enquanto ela desce, de forma muito semelhante a um guindaste, o rover at&amp;eacute; a seguran&amp;ccedil;a do solo. Depois de liberado a sonda voar&amp;aacute; algumas dezenas de metros e cair&amp;aacute;, sem causar qualquer risco a integridade do Curiosity.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O Rover al&amp;eacute;m de tudo ir&amp;aacute; demonstrar a possibilidade de se pousar grandes cargas em Marte, a habilidade de pousar um objeto com precis&amp;atilde;o numa &amp;aacute;rea de 20 quil&amp;ocirc;metros de di&amp;acirc;metro e&lt;span style=&quot;mso-spacerun:yes&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;demonstrar a mobilidade de longo alcance no planeta, cerca de 5 a 20 quil&amp;ocirc;metros no total.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;A chegada em Marte est&amp;aacute; prevista para 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Juno&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;271&quot; src=&quot;http://www.sciencedaily.com/images/2008/11/081124164600-large.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Com lan&amp;ccedil;amento previsto para o ano que vem Juno ir&amp;aacute; embarcar numa viagem de 5 anos at&amp;eacute; o maior planeta de nosso sistema, J&amp;uacute;piter. Juno ser&amp;aacute; a primeira sonda a chegar ao sistema solar exterior movida a energia solar. Assim que chegar a J&amp;uacute;piter&lt;span style=&quot;mso-spacerun:yes&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a sonda ir&amp;aacute; entrar uma &amp;oacute;rbita baixa el&amp;iacute;ptica circulando o planeta de p&amp;oacute;lo a p&amp;oacute;lo. No momento em que atingir a &amp;oacute;rbita desejada, Juno ir&amp;aacute; ativar seus instrumentos de infravermelho e microondas e come&amp;ccedil;ar&amp;aacute; a medir a radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;rmica que emana das profundezas da atmosfera jupiteriana.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Essas observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ir&amp;atilde;o complementar estudos pr&amp;eacute;vios sobre o planeta e ir&amp;aacute; dar mais detalhes sobre a quantidade de &amp;aacute;gua e oxig&amp;ecirc;nio em sua atmosfera. Tamb&amp;eacute;m preencher&amp;aacute; algumas lacunas importantes sobre a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e origem de J&amp;uacute;piter.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Enquanto isso outros instrumentos ir&amp;atilde;o coletar dados sobre o campo gravitacional do planeta assim como seu campo eletromagn&amp;eacute;tico, ajudando a entender o funcionamento das espetaculares auroras que ocorrem por l&amp;aacute;, al&amp;eacute;m de uma melhor compreens&amp;atilde;o do estranho interior de um planeta composto basicamente por hidrog&amp;ecirc;nio e h&amp;eacute;lio.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Espero que tenham gostado dessa primeira parte deste artigo, a segunda parte sai ainda hoje (eu ia dizer amanh&amp;atilde;, mas j&amp;aacute; passou da meia-noite), ent&amp;atilde;o, fiquem ligados no Ceu Profundo para saber o que o futuro nos reserva!&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 09 Jan 2010 02:30:00</pubDate>
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    </item>
        <item>
      <title>Exoluas - O prÃ³ximo objetivo.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=81</link>
      <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;365&quot; src=&quot;http://img695.imageshack.us/img695/3676/exolua1.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Astr&amp;ocirc;nomos s&amp;atilde;o como crian&amp;ccedil;as gulosas, nunca est&amp;atilde;o satisfeitos com o que tem. N&amp;atilde;o que isso seja uma coisa ruim, muito pelo contr&amp;aacute;rio. Apesar de ainda n&amp;atilde;o termos descoberto nenhum planeta do tamanho da Terra, alguns astr&amp;ocirc;nomos, como o brit&amp;acirc;nico David Kipping da University College of London, j&amp;aacute; est&amp;atilde;o calibrando seus instrumentos para achar luas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;No nosso sistema solar, as luas formam uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o, ou mais, interessante do que os pr&amp;oacute;prios planetas. Primeiramente por que elas existem as centenas e em segundo por que se diferem tanto umas das outras que faz com que nossa imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pare quieta, pensando no que pode haver por a&amp;iacute;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;G&amp;ecirc;iseres em Enc&amp;eacute;lado, vulc&amp;otilde;es de enxofre em Io e de nitrog&amp;ecirc;nio em Trit&amp;atilde;o, lagos de metano em Tit&amp;atilde; e oceanos maiores do que os da Terra em Europa. Com tanta variedade, fica f&amp;aacute;cil imaginar que em algum lugar deve haver uma lua que n&amp;atilde;o seja muito diferente da Terra, orbitando algum gigante gasoso na zona habit&amp;aacute;vel de uma estrela qualquer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;A id&amp;eacute;ia j&amp;aacute; vem se formando na cabe&amp;ccedil;a dos astr&amp;ocirc;nomos, muito provavelmente, bem antes do primeiro exoplaneta&amp;nbsp;ter sido descoberto, mas somente agora existem a t&amp;eacute;cnica e o equipamento para come&amp;ccedil;ar um trabalho s&amp;eacute;rio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Mas se n&amp;atilde;o achamos planetas como o nosso, como &amp;eacute; que vamos achar luas?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Para achar essa luas Kipping pretende usar a conhecida t&amp;eacute;cnica chamada velocidade radial, que vem sendo usada com sucesso para achar planetas em &amp;oacute;rbita de estrelas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Esta t&amp;eacute;cnica consiste em medir o deslocamento para frente e para tr&amp;aacute;s (do nosso ponto de vista) da estrela &amp;agrave; medida que planeta a orbita.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Para encontrar essas luas, os astr&amp;ocirc;nomos teriam que encontrar o deslocamento pr&amp;oacute;prio do planeta enquanto ele orbita a estrela.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;At&amp;eacute; o momento&amp;rdquo; &lt;/em&gt;&amp;ndash; diz Kipping &amp;ndash; &lt;em&gt;&amp;ldquo;os astr&amp;ocirc;nomos tem olhado apenas para as mudan&amp;ccedil;as de movimento dos planetas enquanto eles orbitam as estrelas. Isto tem tornado bem dif&amp;iacute;cil a procura por luas, pois qualquer varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode estar sendo causada por algum outro planeta que por ventura esteja nas imedia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Entretanto, usando este m&amp;eacute;todo para observar a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e velocidade de um planeta enquanto ele passa em frente &amp;agrave; estrela faz com que os dados fiquem mais confi&amp;aacute;veis, tornando poss&amp;iacute;vel a detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de luas do tamanho da Terra em &amp;oacute;rbita de planetas como Netuno.&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Apesar de n&amp;atilde;o termos nada parecido no nosso sistema estelar n&amp;atilde;o podemos excluir a possibilidade de que existam luas do tamanho da Terra em algum lugar l&amp;aacute; fora.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Kipping segue dizendo que apesar de otimista, seus estudos sugerem que &amp;eacute; bem mais f&amp;aacute;cil detectar um exoplaneta como a Terra do que uma exolua do mesmo tipo, &lt;em&gt;&amp;ldquo;entretanto &amp;ldquo;&lt;/em&gt; &amp;ndash;diz ele &amp;ndash; &lt;em&gt;&amp;ldquo;n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o temos nenhuma estat&amp;iacute;stica para trabalhar em cima e estimar qual destes cen&amp;aacute;rios &amp;eacute; o mais comum. Se o numero de ambos for aproximadamente o mesmo, isso indicar&amp;aacute; que as luas tipo Terra s&amp;atilde;o bem mais comuns.&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Kipping termina seu artigo alegando que sua t&amp;eacute;cnica permite encontrar essas luas numa distancia de 100 a 200 parsecs, nos est&amp;aacute;gios iniciais de estrelas tipo M e K e nos est&amp;aacute;gios finais de estrelas tipo G, utilizando o j&amp;aacute; em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Telesc&amp;oacute;pio Kepler ou algum equipamento que tenha uma fotometria similar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;Talvez n&amp;atilde;o demore tanto para encontrar os primeiros ind&amp;iacute;cios de exoplanetas com seu cortejo de luas, afinal, existem cerca de 25.000 estrelas, dos tipos citados acima, dentro do campo de vis&amp;atilde;o do Telesc&amp;oacute;pio Kepler e poss&amp;iacute;velmente encontraremos luas na zona habit&amp;aacute;vel de suas estrelas, j&amp;aacute; que mais de 30 planetas dos 422 conhecidos encontram-se dentro dessa margem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Para saber mais, o artigo em quest&amp;atilde;o est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel online no link abaixo:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;http://arxiv.org/pdf/0907.3909v2&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 09 Jan 2010 00:23:29</pubDate>
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    </item>
        <item>
      <title>Mais uma superterra descoberta pelo Keck!</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=79</link>
      <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;img width=&quot;400&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.nasa.gov/images/content/314198main_superearthbigtop.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small&quot;&gt;Impres&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica de uma Super-Terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;422 e contando! Esse &amp;eacute; n&amp;uacute;mero de planetas descobertos at&amp;eacute; o momento por astr&amp;ocirc;nomos do mundo inteiro. O mais recente, denominado HD156668b, tem uma peculiaridade, &amp;eacute; o segundo menor j&amp;aacute; encontrado em nossa gal&amp;aacute;xia. O planeta apresenta uma massa de 4.15 vezes a massa da Terra e orbita sua estrela m&amp;atilde;e em apenas 4 dias. A estrela est&amp;aacute; localizada na constela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de H&amp;eacute;rcules e est&amp;aacute; aproximadamente 80 anos-luz do nosso planeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;A not&amp;iacute;cia foi apresentada hoje no 215&amp;ordm; congresso realizado pela American Astronomical Society, por um time de astr&amp;ocirc;nomos que utilizaram o telesc&amp;oacute;pio Keck, localizado no Hava&amp;iacute; e nas palavras de Andrew Howark, da Universidade da Calif&amp;oacute;rnia, em Berkeley &amp;ndash; &amp;ldquo;&amp;Eacute; uma descoberta incr&amp;iacute;vel e mostra que podemos encontrar planetas cada vez menores.&amp;rdquo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;Os pesquisadores usaram o m&amp;eacute;todo da velocidade radial utilizando o espectr&amp;oacute;grafo de alta resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do telesc&amp;oacute;pio Keck para dividir a luz recebida em seus comprimentos de onda variados, ou cores, por assim dizer. Este m&amp;eacute;todo consiste em medir a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de movimento da estrela enquanto o planeta a orbita. Durante sua traget&amp;oacute;ria o planeta puxa um pouco a estrela fazendo com que ela tenha um movimento circular m&amp;iacute;nimo, por&amp;eacute;m detect&amp;aacute;vel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;Essa varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no movimento serve como referencia para os astr&amp;ocirc;nomos calcularem a massa e a as caracter&amp;iacute;sticas da &amp;oacute;rbita do planeta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9pt&quot;&gt;&amp;ldquo;Tem sido o grande objetivo dos astr&amp;ocirc;nomos encontrarem planetas com pouca massa, mas eles s&amp;atilde;o bem dif&amp;iacute;ceis de detectar.&amp;rdquo; &amp;ndash; disse Howard. Ele disse tamb&amp;eacute;m que essa descoberta tem implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o s&amp;oacute; para a busca de exoplanetas, mas tamb&amp;eacute;m para a melhor compreens&amp;atilde;o de como os planetas se formam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 23:27:15</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=79</guid>
    </item>
        <item>
      <title>FormaÃ§Ã£o planetÃ¡ria em estrelas supermassivas.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=78</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.centauri-dreams.org/wp-content/uploads/2008/09/planetary_disk_2.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small&quot;&gt;Impress&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica de um disco de mat&amp;eacute;ria em torno de uma estrela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;ldquo;Viva r&amp;aacute;pido, morra jovem e seja um cad&amp;aacute;ver bonito.&amp;rdquo; Essa frase do famoso escritor Oscar Wilde pode ser um tanto quanto m&amp;oacute;rbida, mas cai como uma luva quando o assunto &amp;eacute; a vida das estrelas super-massivas e aparentemente, a vida dos seus planetas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Um time de astr&amp;ocirc;nomos do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics e do National Optical Astronomy Observatory examinaram uma regi&amp;atilde;o de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o estelar conhecida como W5, na regi&amp;atilde;o de Cassiop&amp;eacute;ia, cerca de 6.500 anos-luz do Sol.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;A equipe usou o Telesc&amp;oacute;pio Espacial Spitzer, assim como o telesc&amp;oacute;pio em terra Two Micron All-Sky Survey para eximar discos de poeira em cerca de 500 estrelas de classe A e B (Que s&amp;atilde;o em m&amp;eacute;dia cerca de 2 a 15 massas solares). Dentre essas 500 cerca de 10% apresentam discos de poeira e destas 50, 15 apresentam um vazio no interior do disco, o que significa que podem ter planetas rec&amp;eacute;m-formados, aproximadamente do tamanho de J&amp;uacute;piter.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;O time tamb&amp;eacute;m sugeriu que todas as estrelas super-massivas apresentam discos de mat&amp;eacute;ria no in&amp;iacute;cio de suas vidas, mas devido &amp;agrave; intensa radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ventos estelares esses discos tendem a desaparecer rapidamente. Acredita-se que as estrelas observadas na regi&amp;atilde;o tenham em m&amp;eacute;dia de 2 a 5 milh&amp;otilde;es de anos e grande parte delas j&amp;aacute; n&amp;atilde;o apresenta mais o disco de mat&amp;eacute;ria. Em outras palavras, se planetas v&amp;atilde;o se formar em &amp;oacute;rbita desses gigantes &amp;eacute; melhor que formem r&amp;aacute;pido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Para os que aguardam a not&amp;iacute;cia de planetas que possam abrigar vida (como a gente entende)essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; muito promissora, entretanto, segundo Xavier Koenig do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, esse estudo ajuda na compreens&amp;atilde;o de como os planetas se formam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Estrelas como essas vivem cerca de 10 a 500 milh&amp;otilde;es de anos, ou seja, qualquer forma de vida que se arrisque em um sistema como esse, ter&amp;aacute; que agir bem r&amp;aacute;pido.&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 23:01:49</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=78</guid>
    </item>
        <item>
      <title>ConheÃ§a o WISE -  O novo telescÃ³pio espacial da NASA.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=77</link>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://wise.ssl.berkeley.edu/images/wise_orbit2.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small&quot;&gt;Concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica do telesc&amp;oacute;pio WISE em &amp;oacute;rbita da Terra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;WISE, ou Wide Infrared Survey Explorer &amp;eacute; o mais recente telesc&amp;oacute;pio espacial lan&amp;ccedil;ado no final do ano passado pela NASA e ir&amp;aacute; revolucionar nosso conhecimento do sistema solar, da gal&amp;aacute;xia e do universo. Este novo telesc&amp;oacute;pio ir&amp;aacute; varrer uma boa parte do c&amp;eacute;u (aproximadamente 99%) na faixa do infravermelho (de 5 a 25 &lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 10pt&quot;&gt;&amp;mu;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%; font-size: 10pt&quot;&gt;m), &lt;/span&gt;o que representa centenas de vezes mais sensibilidade do que o telesc&amp;oacute;pio anterior da NASA , o IRAS (lembrando que o Spitzer e o recente Herschell pertencem a ESA. Falaremos do Herschell em breve em outro artigo).&lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Os objetivos do WISE s&amp;atilde;o ambiciosos e prometem n&amp;atilde;o s&amp;oacute; aumentar nossa base de dados, como tamb&amp;eacute;m, possivelmente, revolucionar a forma que vemos hoje nosso sistema solar e vizinhan&amp;ccedil;as. S&amp;atilde;o eles:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Procurar estrelas pr&amp;oacute;ximas do Sol.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Todos n&amp;oacute;s sabemos que o sistema triplo de Alpha do Centauro abriga a estrela mais pr&amp;oacute;xima do sol, a an&amp;atilde; vermelha Pr&amp;oacute;xima Centauro, entretanto, existe a possibilidade de outras estrelas do mesmo tipo, por&amp;eacute;m menos luminosas, estarem ainda mais pr&amp;oacute;ximas do nosso sistema estelar. O WISE &amp;eacute; o primeiro telesc&amp;oacute;pio do mundo com sensibilidade o bastante para detectar tais objetos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;strong&gt;-Detectar objetos no cintur&amp;atilde;o de aster&amp;oacute;ides com mais de 3km.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Apesar de relativamente pr&amp;oacute;ximo da Terra, o cintur&amp;atilde;o de aster&amp;oacute;ides ainda &amp;eacute; muito pouco conhecido. N&amp;atilde;o s&amp;oacute; por conta do tamanho dos objetos em si, o que seria facilmente resolvido com telesc&amp;oacute;pios que trabalham no espectro vis&amp;iacute;vel baseado em terra, mas por conta da magnitude aparente destes objetos. Aster&amp;oacute;ides s&amp;atilde;o em sua maioria objetos absurdamente escuros, refletindo praticamente nenhuma luz do Sol. Entretanto, qualquer objeto que esteja acima do zero absoluto, emite radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o infra-vermelha, o que os torna um &amp;oacute;timo alvo para o WISE.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;strong&gt;-Criar uma base de dados para o Telesc&amp;oacute;pio Espacial James Webb.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Varrendo cerca de 99% do c&amp;eacute;u, o WISE ir&amp;aacute; fornecer uma longa lista de novos objetos a serem visualisados pelo James Webb&amp;nbsp;(lan&amp;ccedil;amento previsto para 2013) o que incluir&amp;aacute; objetos de interesse no Cintur&amp;atilde;o de Aster&amp;oacute;ides, poss&amp;iacute;veis estrelas pr&amp;oacute;ximas e com alguma sorte, objetos de tamanho planet&amp;aacute;rio na nuvem de Oort. &amp;Eacute; certo que os primeiros alvos de estudo no JW ser&amp;atilde;o retirados da base de dados do Wise.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; src=&quot;http://wise.ssl.berkeley.edu/gallery_images/WISE_payload_small.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small&quot;&gt;WISE com a &amp;oacute;tica j&amp;aacute; instalada. &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel ver o espelho prim&amp;aacute;rio, feito com revestimento de ouro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&lt;strong&gt;Carga de instrumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;-Um espelho de 40cm de di&amp;acirc;metro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;-Um scanner de espelho para estabilizar a campo de vis&amp;atilde;o do telesc&amp;oacute;pio enquanto ele varre o c&amp;eacute;u.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;-Campo de vis&amp;atilde;o de 47 arcos de minuto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;- Um container crio-est&amp;aacute;tico de dois est&amp;aacute;gios contendo hidrog&amp;ecirc;nio s&amp;oacute;lido (gelo de hidrog&amp;ecirc;nio) para resfriar os planos focais e &amp;oacute;ptica, previsto para durar 10 meses.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;O WISE j&amp;aacute; foi lan&amp;ccedil;ado e est&amp;aacute; em &amp;oacute;rbita e totalmente funcional, sua miss&amp;atilde;o ter&amp;aacute; uma dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 8 meses, sendo 1 m&amp;ecirc;s para calibragem e sete meses de obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados. O gelo de hidrog&amp;ecirc;nio tem uma previs&amp;atilde;o de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 10 meses, ou seja, uma expectativa de 2 meses a mais que o total da miss&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://wise.ssl.berkeley.edu/gallery_images/WISE_FirstLight_m.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small&quot;&gt;Primeira foto tirada pelo Telesc&amp;oacute;pio Espacial WISE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 21:03:48</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=77</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Lagos em Marte podem ser mais recente do que se imaginava.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=76</link>
      <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.lbl.gov/Science-Articles/Archive/assets/images/2003/Oct-27-2003/Mars_water.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marte n&amp;atilde;o para de surpreender. Apesar de seco e gelado nos dias atuais &amp;eacute; certo que j&amp;aacute; foi quente e humido o bastante para sustentar rios e lagos. Entretanto previa-se que o planeta havia secado completamente h&amp;aacute; cerca de 3.8 a 4 bilh&amp;otilde;es de anos atr&amp;aacute;s. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, pesquisadores do Imperial College of London e do University College London afirmam que Marte pode ter sustentado lagos &amp;aacute; cerca de 3 bilh&amp;otilde;es de anos atr&amp;aacute;s e o mais interessantes, pr&amp;oacute;ximos ao equador marciano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para determinar essa idade os pesquisadores analisaram mais de 35.000 crateras na regi&amp;atilde;o e, assumindo que esta regi&amp;atilde;o esteve continuamente exposta a impactos, chegaram a tal conclus&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda n&amp;atilde;o se sabe se estes lagos tiveram uma longa dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas segundo o Dr. Nicholas Warner, autor-chefe do artigo, pode ter servido de o&amp;aacute;sis para alguma forma de vida em um planeta de outra forma in&amp;oacute;spito.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 Jan 2010 17:30:00</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=76</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Kepler encontra cinco novos planetas.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=75</link>
      <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; A lista de exoplanetas (que n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada pequena) acaba de ficar um pouquinho maior segundo William Borucki, diretor de ci&amp;ecirc;ncias da NASA&#039;s Ames Research Center.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; O telesc&amp;oacute;pio ca&amp;ccedil;ador de planetas foi planejado para encontrar planetas tipo a Terra, mas esses cinco novos objetos s&amp;atilde;o bem maiores que nosso pequeno planeta, sendo um do tamanho de Netuno e os outros aproximadamente do tamanho de J&amp;uacute;piter.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; Todos os planetas est&amp;atilde;o extremamente pr&amp;oacute;ximos de suas estrelas, com per&amp;iacute;odos orbitais variando de tr&amp;ecirc;s a quatro dias e s&amp;atilde;o extremamente quentes, sendo que at&amp;eacute; ferro derreteria em suas superf&amp;iacute;cies.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;quot;Esses s&amp;atilde;o planetas muito quentes e muito brilhantes&amp;quot; - diz Borucki.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; Os planetas tipo Netuno tem aproximadamente a mesma densidade dos gigantes gelados do nosso sistema estelar (o que quer dizer que eles tem elementos mais pesados que hidrog&amp;ecirc;nio e h&amp;eacute;lio), enquanto um dos outros planetas tem a menor densidade j&amp;aacute; encontra em um planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; O planeta &amp;eacute; bem menos denso que a &amp;aacute;gua, na verdade, &amp;eacute; praticamente um quarto da densidade da &amp;aacute;gua, o que leva os astronomos a imaginar como seria a estrutura de uma planeta t&amp;atilde;o leve.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; Apesar do telesc&amp;oacute;pio ter sido projetado para procurar planetas bem menores que estes, a descoberta demonstra que o Kepler est&amp;aacute; mais do que pronto para encontrar planetas tipo a Terra.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp;Kepler tamb&amp;eacute;m observou oculta&amp;ccedil;&amp;otilde;es destes planetas, ou a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de luz que ocorre quando o planeta passa por tr&amp;aacute;s da estrela. Entretanto Kepler percebeu algo estranho, que a intensidade da luz diminuia quando a oculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o acontecia, o que sugere que o planeta &amp;eacute; mais quente do que sua estrela, o que, diga-se se passagem, &amp;eacute; bastante estranho. Uma alternativa seria se o objeto em quest&amp;atilde;o fosse uma an&amp;atilde; branca mais fria, por&amp;eacute;m, seu tamanho seria v&amp;aacute;rias vezes maior do que o de uma an&amp;atilde; branca comun.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;quot;N&amp;atilde;o temos a menor id&amp;eacute;ia do que estamos vendo,&amp;quot; - disse Burocki&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; Kepler tamb&amp;eacute;m observou v&amp;aacute;rias estrelas tipo o Sol para ver se seriam calmas o bastante para abrigar planetas e at&amp;eacute; mesmo vida. As observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es concluriam que muitas desses estrelas s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o calmas ou at&amp;eacute; mais do que o nosso sol.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;quot;&amp;Eacute; uma &amp;oacute;tima not&amp;iacute;cia para exobiologia&amp;quot; - &amp;nbsp;falou Natalie Batalha, da Universidade de San Jose. Significa que a estrela n&amp;atilde;o assola a superf&amp;iacute;cie de prov&amp;aacute;veis planetas que possam orbita-las, criando assim a possibilidade para a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;nbsp; Esses resultados s&amp;atilde;o dos primeiros 43 dias de observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Kepler, o que significa que os cientistas envolvidos tem mais oito meses de dados ainda n&amp;atilde;o verificados. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 Jan 2010 15:40:39</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=75</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Supernova poderÃ¡ ameaÃ§ar a Terra.</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=73</link>
      <description>&lt;p&gt;&amp;nbsp; Supernovas s&amp;atilde;o, provavelmente, um dos mais belos fen&amp;ocirc;menos do universo. Entretanto, elas s&amp;atilde;o magn&amp;iacute;ficas enquanto est&amp;atilde;o a uma distancia segura do nosso planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Aparentemente este n&amp;atilde;o o caso da estrela T-Pyxidis, localizada a cerca de 3.000 anos-luz da Terra, na constela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Peixes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://apod.nasa.gov/apod/image/9709/tpyx_hst.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;De acordo com Edward Sion, professor de astronomia da Universidade de Villanova (Pensilvania) T Pyxidis &amp;eacute; uma bomba rel&amp;oacute;gio, pronta para detonar a qualquer momento num futuro pr&amp;oacute;ximo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; Obviamente, futuro pr&amp;oacute;ximo em termos astron&amp;ocirc;micos, ou seja, estamos falando de cerca de 10 milh&amp;otilde;es de anos no futuro.&amp;nbsp; Edward Sion apresentou seu estudo ontem pela manh&amp;atilde; no 215&amp;ordm; encontro da Sociedade Astronomica Americana em Washington.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; T Pyxidis &amp;eacute; classificada como uma nova recorrente. A estrela &amp;eacute; uma an&amp;atilde; branca que sofre acres&amp;ccedil;ao de mat&amp;eacute;ria de uma estrela companheira, o que a leva a ter eje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mat&amp;eacute;ria de tempos em tempos, a medida que sua massa aumenta e a gravidade &amp;quot;espreme&amp;quot; a estrela novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; J&amp;aacute; foram documentadas cinco explos&amp;otilde;es deste tipo, sendo a primeira em 1890, depois em 1902, 1920, 1944 e 1967, mantendo uma m&amp;eacute;dia de 19 anos entre cada explos&amp;atilde;o. Curiosamente, nenhuma foi detectada desde 1967.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; A dist&amp;acirc;ncia atual estimada para T Pyxidis &amp;eacute; de cerca de 3.260 anos-luz, cerca de 50% mais pr&amp;oacute;ximo do que era estimado anteriormente, o que levou a uma reconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os efeitos que esta estrela poderia gerar na Terra. Imagens tiradas pelo Telesc&amp;oacute;pio Espacial Hubble est&amp;atilde;o sendo re-examindas para se ter uma id&amp;eacute;ia melhor de quanta mat&amp;eacute;ria a estrela poder&amp;aacute; ejetar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se a estrela conseguir ejetar a mat&amp;eacute;ria acumulada para longe de si, ent&amp;atilde;o a an&amp;atilde;-branca manter&amp;aacute; seu tamanho e continuar&amp;aacute; a ser uma nova recorrente por tempo indefinido, por&amp;eacute;m se as conchas de g&amp;aacute;s ejetados n&amp;atilde;o retirar mat&amp;eacute;ria o bastante da estrela ela poder&amp;aacute; atingir o limite de Chandrasekhar - 1.4 vezes a massa do sol - e se tornar uma supernova do tipo Ia, uma das for&amp;ccedil;as mais destrutivas do nosso universo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; Sion concluiu que &amp;quot;uma supernova do tipo Ia &amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia de 1000 parsec (cerca de 3300 anos-luz) afetaria bastante nosso planeta.&amp;quot; Sendo que um dos maiores problemas causados por essa estrela seriam as emiss&amp;otilde;es de raio-x e gama que poderiam destruir a camada de oz&amp;ocirc;nio da Terra deixando o planeta vulner&amp;aacute;vel &amp;agrave;s radia&amp;ccedil;&amp;otilde;es ultravioleta do Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apesar de tudo, ainda existem algumas d&amp;uacute;vidas sobre se a estrela pode realmente se tornar uma supernova. Para informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais detalhadas, deem uma olhada neste estudo feito por Bradley E. Schaefer et al:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;http://arxiv.org/abs/0906.0933&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 Jan 2010 15:30:29</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=73</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Um novo CÃ©u Profundo</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=72</link>
      <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;Sauda&amp;ccedil;&amp;otilde;es amigo do C&amp;eacute;u Profundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;A partir de hoje o seu site favorito de astronomia ir&amp;aacute; trazer diariamente as melhores e mais importantes not&amp;iacute;cias sobre astronomia, f&amp;iacute;sica e astron&amp;aacute;utica, al&amp;eacute;m de entrevistas, artigos e, quando poss&amp;iacute;vel, cobertura de eventos relacionados a astronomia em nosso pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Estamos fazendo isso para oferecer a voc&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o somente um espa&amp;ccedil;o de discuss&amp;atilde;o, mas tamb&amp;eacute;m muita informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma forma compreens&amp;iacute;vel para o p&amp;uacute;blico leigo. Esperamos que gostem deste novo servi&amp;ccedil;o que oferecemos a voc&amp;ecirc;s, contamos com o apoio de todos e estamos abertos a criticas e sugest&amp;otilde;es para podermos melhorar o site ainda mais.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; Ent&amp;atilde;o, sem mais demora, vamos as novidades no mundo da astronomia!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;Um grande abra&amp;ccedil;o,&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ricardo Savino&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Redator&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:07:25</pubDate>
      <guid>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=72</guid>
    </item>
        <item>
      <title>DVD de Astronomia</title>
      <link>http://www.ceuprofundo.com.br//modules/news/article.php?storyid=67</link>
      <description>&lt;p&gt;Muito interessante o DVD Planet&amp;aacute;rio - Guia de Observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do C&amp;eacute;u 2, da Duetto Editorial.&lt;br /&gt;
Traz&amp;nbsp; as constela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do hemisf&amp;eacute;rio sul, cometas, etc. Com imagens&amp;nbsp;computadorizada para f&amp;aacute;cil compreens&amp;atilde;o de todos, pena&amp;nbsp;ser legendado mas vale a pena.&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:10:56</pubDate>
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